O que fazer em Cartagena e San Andrés

Em Setembro de 2017, fiz uma viagem para Cartagena e San Andrés com mais duas amigas. Foi uma viagem para relaxar, dar uma carga de vitamina D com muito sol e belas paisagens para revigorar a alma. Veja o que fazer em Cartagena e San Andrés:

 

Roteiro de 9 dias Cartagena e San Andrés

1° dia – Cartagena

Chegamos à tarde em Cartagena. Já havíamos reservado nosso transfer e dessa forma achamos que estávamos tranquilas, não fosse o motorista desconhecer onde era o nosso hotel dentro da cidade amuralhada… Começamos bem a viagem… Rodamos, rodamos, o motorista perguntou para várias pessoas onde ficava o nosso hotel e nada…

Sugerimos usar o aplicativo Waze, mas se não entendemos errado e para nossa surpresa, ele disse que não funcionava lá dentro. Depois de tanto rodar e na sorte, achamos o nosso hotel! Detalhe que dentro da cidade amuralhada as ruas são muito estreitas e não tem lugar para estacionar. O motorista teve que parar o transito para descermos correndo!

Recomendo:

Nos hospedamos no Hotel Balcones de Alhelí. Hotel pequeno, quarto grande, super confortável, bem localizado, funcionários super atenciosos e sem elevador (3 andares).

Primeira coisa que fizemos foi procurar uma casa de câmbio e trocar dólares por pesos (não compensa comprar pesos no Brasil). Ao procurar por casas de câmbio e restaurantes, percebemos que o nome da rua mudava a cada quadra.

À noite, fizemos um passeio de charrete pela cidade amuralhada. Haviam várias charretes percorrendo as ruas e os valores podiam ser negociados. Vale a pena pechinchar bastante.

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Passeio noturno de charrete – foto: Suzana Okada
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Passeio noturno de charrete – foto: Suzana Okada

2° dia – Cartagena – City Tour

De manhã, percorremos as ruas super charmosas da cidade amuralhada.

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Passeio na cidade amuralhada. – foto: Suzana Okada
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Passeio na cidade amuralhada. – foto: Suzana Okada
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Passeio na cidade amuralhada. – foto: Suzana Okada
Siga na Viagem - O que fazer em Cartagena e San Andrés - Passeio na Cidade Amuralhada
Passeio na cidade amuralhada. – foto: Suzana Okada
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Passeio na cidade amuralhada. – foto: Suzana Okada

À tarde, fizemos o city tour de chiva, veículo utilizado para transportar os visitantes e percorremos a cidade de Cartagena. Visitamos também o Castelo de San Felipe de Barajas, que é na verdade um forte.

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Chiva, transporte utilizado para locomover os visitantes – foto: Suzana Okada
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Castelo de San Felipe de Barajas – foto: Suzana Okada
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Castelo de San Felipe de Barajas – foto: Suzana Okada
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Castelo de San Felipe de Barajas – foto: Suzana Okada
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Ponto turístico chamado Sapato Velho – foto: Suzana Okada

3° dia – Cartagena – Playa Blanca (Isla Baru)

Por volta das 7h45min fomos até a Praça do Relógio, próximo ao nosso hotel, onde era nosso ponto de encontro para o passeio até a Playa Blanca. O ponto de encontro mesmo era cruzando o portal da praça, saindo da cidade amuralhada.

Muitos guias de várias agências ficavam aguardando turistas para saída dos passeios e pelo que pude perceber também era possível fechar os passeios na hora, se ainda houvesse disponibilidade no transporte. Nós fechamos os passeios na recepção do hotel, mas nas ruas existem várias pessoas oferecendo passeios.

Existem duas formas para chegar a Playa Blanca: de ônibus ou de barco. Disseram que o tempo de viagem de barco e van era quase o mesmo, mas a diferença indo de barco era uma parada no oceanário. Como fui de micro-ônibus, não sei dar mais detalhes. Levamos aproximadamente 1h30min de Cartagena até Playa Blanca.

Lá, você tem que alugar o pacote de guarda-sol e cadeiras (vale para o dia inteiro). Os valores variam de acordo com a proximidade ao mar, se é cadeira ou espreguiçadeira, se é guarda-sol ou tenda. O almoço já estava incluso no valor do passeio.

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Playa Blanca – foto: Suzana Okada

O mar é calmo e raso. Águas cristalinas. Um lugar maravilhoso para relaxar!! Ao longo da praia haviam vários “restaurantes”. Não fiquei andando pela praia, mas achei todos bem simples.

O banheiro é pago (convertendo, algo por volta de R$ 2,00), mas sem descarga. Tem um tambor com água e uns “baldes” para você “dar descarga”.

Choveu no período da tarde e isso fez com que a parte do estacionamento virasse um barro só. Estejam preparados caso peguem chuva! Chegava a ser desesperador andar de chinelo no meio de tanto barro!

4° dia – Cartagena – San Andrés

Esse seria o dia que pegaríamos tranquilamente nosso voo para San Andrés, não fosse a greve que a Avianca resolvera fazer uns 2 ou 3 dias antes.

Para nossa sorte encontramos uma brasileira durante o café da manhã. Ela nos falou sobre a greve e por conta disso pudemos comprar passagem aérea com outra companhia aérea logo cedo. Fui verificar meu e-mail e lá estava uma mensagem informando o cancelamento do voo. Com isso aprendi que temos que verificar sempre o status dos voos.

Passado o susto e como restava um tempo livre, aproveitamos para ir até o limite da cidade amuralhada.

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Limite da Cidade Amuralhada – foto: Suzana Okada
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Limite da Cidade Amuralhada – foto: Suzana Okada
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Limite da Cidade Amuralhada – foto: Suzana Okada

Antecipamos nosso transfer até o aeroporto para resolver o problema do reembolso. A fila estava enorme, um caos nos guichês da Avianca. Mas, depois de 1h30min conseguimos o reembolso em cash.

São coisas que a gente não prevê, mas possíveis de acontecer: greve das companhias aéreas e mau tempo.

Para nossa sorte, somente o voo interno era Avianca. O trecho Brasil-Colômbia foi pela Copa e foi muita sorte, porque as pessoas que compraram todos os trechos Avianca estavam à flor da pele: remarcação da passagem para dali uma semana ou reembolso da passagem. Fora o susto, nada estragou nosso dia, pois a diferença de tempo entre os voos foi de mais ou menos 1 hora.

A chegada em San Andrés foi no final da tarde. O aeroporto era muito pequeno e os táxis estão longe de ser carros modernos…

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Táxi – foto: Suzana Okada

Nos hospedamos no GHL Relax Sunrise Hotel. Bem localizado, wi-fi funcionava bem em todo hotel menos no quarto e o banheiro ficava todo molhado porque além de ser pequeno, não tinha box. Tinha uma parede vidro somente na parte do chuveiro, que não resolvia nada.

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Vista da janela do quarto para a piscina do hotel – foto: Suzana Okada

5° dia – San Andrés

Tiramos o dia para aproveitar a “mini-praia” do hotel e piscina.

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Vista do mar e da piscina – foto: Suzana Okada
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GHL Relax Sunrise Hotel – foto: Suzana Okada
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Píer do hotel – foto: Suzana Okada

Nesse dia descobrimos também que mesmo o hotel estando bem localizado, próximo ao centro, não havia tantas opções de restaurante como esperávamos. Almoçamos no restaurante Miss Celia. Opções bem servidas e preços bons. Esse restaurante fica quase em frente ao famoso La Regatta.

6° dia – San Andrés – Playa Peatonal

Nosso hotel estava localizado a uns 15 min de caminhada da Playa Peatonal ou Spratt Bight. Essa praia tem um calçadão ao longo de toda orla e é fechado para circulação de carros. O mar costuma ser calmo e fica raso por um bom trecho dentro da água.

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Playa Peatonal – foto: Suzana Okada
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Águas cristalinas da Playa Peatonal – foto: Suzana Okada

Assim como na Playa Blanca (Cartagena), precisava alugar cadeiras e guarda-sol e o aluguel também valia para o dia todo. Existem bares e restaurantes pela orla e pessoas, que além de oferecerem o aluguel do guarda-sol, também ofereciam bebidas. A praia é bem frequentada. Não tem banheiro.

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Águas cristalinas da Playa Peatonal – foto: Suzana Okada

Essa praia fica bem na direção da Ilha Johnny Cay.

7° dia – San Andrés – Ilha Johnny Cay, Acuario e Mantarrayas

Do píer do nosso hotel saímos para o passeio até a Ilha Johnny Cay por volta das 10hs. O trajeto durou cerca de 15 min no máximo, bem tranquilo e foi simplesmente fascinante ver a tonalidade da água mudando ao se aproximar da ilha. É um azul lindo!

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Tonalidade da água durante o trajeto a Ilha Johnny Cay – foto: Suzana Okada
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Tonalidade da água durante o trajeto a Ilha Johnny Cay – foto: Suzana Okada

A ilha já estava lotada quando chegamos. Não tinha mais guarda-sol para alugar.

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Ilha Johnny Cay – foto: Suzana Okada
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Ilha Johnny Cay – foto: Suzana Okada
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Ilha Johnny Cay – foto: Suzana Okada
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Ilha Johnny Cay – foto: Suzana Okada

O almoço já estava incluso no valor do passeio. Banheiro é o mesmo esquema de Playa Blanca: paga e descarga com balde da água que fica no tambor.

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Restaurante da Ilha Johnny Cay – foto: Suzana Okada
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Almoço na Ilha Johnny Cay – foto: Suzana Okada

A paisagem é deslumbrante! Foi oferecido um tour pela ilha, mas ninguém do nosso grupo aceitou fazer. Ficamos na ilha até umas 14h30min e de lá fizemos um tour por um manguezal antes de nos dirigir até Acuario, que é um banco de areia.

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Acuario – foto: Suzana Okada
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Acuario – foto: Suzana Okada

O maior atrativo está no mar: existe uma barreira de corais que transforma o local em um grande aquário natural, onde não há ondas e você mergulha tranquilamente entre os peixes.

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Cayo Acuario – foto: Suzana Okada
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Cayo Acuario – foto: Suzana Okada
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Cayo Acuario – foto: Suzana Okada

Dica: Compre sapatos de mergulho para evitar machucar os pés nas pedras e corais.

Compramos sapatos de mergulho (neoprene) no hotel (havíamos esquecido completamente deles) para evitar machucar os pés nas pedras e corais (mas eu não gostei do que comprei porque entrou areia no sapato).

Já era quase final da tarde e ficamos somente 1 hora lá.

Ao lado de Acuario havia uma ilhota chamada Haynes Cay, onde é possível chegar caminhando, mas eu não fui por falta de tempo.

Na volta, paramos para ver as Mantarrayas. É possível descer do barco, lugar raso e passar a mão nelas.

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Mantarrayas – foto: Suzana Okada
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Mantarrayas – foto: Suzana Okada

Esse foi o dia mais “puxado” de todos durante a viagem.

8° dia – San Andrés – Tour pela ilha e Cocoplum (Rocky Cay)

Em nosso último dia, alugamos um carrinho de golfe para andar pela ilha. Tem que ter paciência para andar com ele. Se você gosta de mais velocidade, aconselho alugar um 4×4. Percorremos a ilha toda com o carrinho. E sem as paradas, acho que dá para fazer a volta inteira em 2hs ou menos.

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Ilha de San Andrés – foto: Suzana Okada

Tem lugares na ilha que são tão desertas que você torce para não dar nenhum problema no carrinho! No geral é um passeio que vale a pena fazer, as paisagens são muito bonitas.

Reservamos esse dia para percorrer a ilha e descansar um pouco na praia Rocky Cay Beach (Cocoplum). A praia segue o padrão: mar calmo e raso, porém estava com algas. Não fomos até Rocky Cay porque esquecemos de levar os sapatos de mergulho…

Não esqueça dos sapatos de mergulho!

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Rocky Cay – foto: Suzana Okada
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Rocky Cay – foto: Suzana Okada
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Rocky Cay – foto: Suzana Okada

No finalzinho do dia, saímos para fazer compras. Os importados são menos caros mesmo por conta da isenção de imposto.

9° dia – Retorno

Logo após o café da manhã deixamos o hotel e seguimos para o aeroporto. Se contratarem transfer, não fiquem aguardando na recepção do hotel eternamente. Se até o horário combinado não aparecer ninguém, corram atrás. Tentem entrar em contato com a empresa responsável.

No nosso caso, tivemos que perguntar para os motoristas parados na frente do hotel se algum deles faria o nosso transfer e quem acabou fazendo foi um rapaz que era da agência que contratamos. Ou seja, bagunçado né?

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Ilha de San Andrés vista do avião – foto Suzana Okada

Mas o que importa é que no geral deu tudo certo e conseguimos aproveitar a nossa viagem!!

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Suzana Okada

Formada em Ciências da Computação, mas não tão tecnológica como a formação indica. Neta de um grande viajante de quem segui o conselho de viajar muito sempre que possível. Regra: lugares diferentes sempre. Adoro fazer fotolivro das viagens. Pilateira. Aficionada por alimentação boa, não necessariamente light. Chocólatra. Fã de todas as pessoas que conseguem sempre ver o lado bom das coisas mesmo nas piores situações e seguidora da filosofia "melhor ser feliz do que ter razão".

12 comentários em “O que fazer em Cartagena e San Andrés

  • 1 de maio de 2018 em 19:06
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    Um post de tirar o fôlego de tão lindo! Duas cidades super interessantes. Morro de vontade de conhecer. Uma graça o chiva, o ônibus do passeio em Cartagena. E que sorte que tudo deu certo com seu voo apesar da greve!

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    • 2 de maio de 2018 em 10:54
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      São lugares que valem a pena conhecer! Como fiquei dentro da cidade amuralhada não posso falar muito da cidade de Cartagena, mas eu gostei muito de tudo que pude visitar. E olha, foi realmente muita sorte não termos sido prejudicadas com a greve. A grande maioria das pessoas estava com os nervos a flor da pele lá.

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  • 1 de maio de 2018 em 16:32
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    Que sorte encontrar a brasileira e conseguir resolver a tempo questão do voo, né?! É uma região muito bonita esta! Eu amo a Colômbia, já visitei o país duas vezes, estou programando retorno, mas eu não gostei nadica de nada de Cartagena. Amo cidades históricas e a cidade amuralhada é linda e está bem conservada. Adoro GGM, mas eu detestei a cidade! Vai entender estas químicas entre visitantes e as cidades, né?! bjs

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    • 2 de maio de 2018 em 10:04
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      Foi muita sorte mesmo encontrar a brasileira durante o café da manhã! E foi a única pessoa que encontramos durante o café durante a nossa estadia em Cartagena rs… a cidade amuralhada é um charme mesmo. Foi a melhor coisa termos nos hospedado lá dentro. Conhecemos pessoas que disseram vale a pena conhecer Bogotá também, mas ficará para uma próxima oportunidade.

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  • 1 de maio de 2018 em 15:48
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    Oh região abençoada. Parece que vocês aproveitaram bastante, mas imagino que tenham ficado um pouco ansiosas com as boas vindas do motorista. Não pensaram “onde me vim meter”?, hahaha
    Lindo roteiro

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    • 2 de maio de 2018 em 10:15
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      Com certeza pensamos isso sim! Nunca imaginei que o tranfer pudesse “não saber” onde era o hotel… e para nossa alegria, o mesmo motorista foi nos buscar para nos levar ao aeroporto (Cartagena – San Andres). Mas pelo menos ela já sabia onde era o hotel, né? rs…

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  • 30 de abril de 2018 em 16:15
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    Uau, que demais as praias, a cor da água, as mantarrayas. Ficar 9 dias em Cartagena e San Andrés deve ter sido realmente uma experiência maravilhosa. Sou louca para conhecer Cartagena.

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    • 2 de maio de 2018 em 10:19
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      Em Cartagena talvez eu aumentasse 1 dia para ir até a Isla del Rosario, que não deu tempo de conhecer, mas que parece um lugar lindo também!

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  • 30 de abril de 2018 em 11:52
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    Faz muitos muitos e muitos anos que tenho vontade de conhecer San Andrés! Adorei as fotos =)

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    • 2 de maio de 2018 em 10:21
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      É uma ilha pequena, mas com paisagens lindíssimas! Vale muito a pena conhecer. Espero que consiga ir em breve! As fotos não conseguem registrar totalmente a beleza desse lugar.

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  • 30 de abril de 2018 em 04:13
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    Uauuuu, depois de ler esse post só dá pra dizer que quero conhecer muito a Colômbia e a paradisíaca San Andres. Belas fotos!!! 🙂

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    • 2 de maio de 2018 em 10:29
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      Oi Fabio. Vale muito a pena conhecer! Em Cartagena eu aumentaria um dia para conhecer a Isla del Rosario que não pude conhecer por falta de tempo,mas que parece ser um lugar lindíssimo também!

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